Não em Meu Nome: Gasto Militar como PIB Tóxico, Iniquidade em Saúde e o Caso da Objeção Fiscal Ética Seletiva
Palabras clave:
Gastos militares, Conferência de Segurança de MuniqueResumen
O gasto militar global alcançou US$ 2,7 trilhões em 2024, enquanto as iniquidades estruturais continuam a provocar milhões de mortes evitáveis em países deficitários. Este artigo discute as implicações éticas do gasto militar como PIB tóxico, os custos de oportunidade proporcionais em termos de mortes evitáveis (≈4,5 milhões/ano) e propõe a objeção fiscal ética seletiva como mecanismo para redirecionar recursos a investimentos que preservem a vida. Considera também a retórica da Conferência de Segurança de Munique 2026, enfatizando supremacia ocidental e tensões globais crescentes.
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