Não em Meu Nome: Gasto Militar como PIB Tóxico, Iniquidade em Saúde e o Caso da Objeção Fiscal Ética Seletiva

Autores

  • Juan Garay Autor

Palavras-chave:

Gastos militares, Conferência de Segurança de Munique

Resumo

O gasto militar global alcançou US$ 2,7 trilhões em 2024, enquanto as iniquidades estruturais continuam a provocar milhões de mortes evitáveis em países deficitários. Este artigo discute as implicações éticas do gasto militar como PIB tóxico, os custos de oportunidade proporcionais em termos de mortes evitáveis (≈4,5 milhões/ano) e propõe a objeção fiscal ética seletiva como mecanismo para redirecionar recursos a investimentos que preservem a vida. Considera também a retórica da Conferência de Segurança de Munique 2026, enfatizando supremacia ocidental e tensões globais crescentes.

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Publicado

20/03/2026 00:00

Como Citar

Garay, J. (2026). Não em Meu Nome: Gasto Militar como PIB Tóxico, Iniquidade em Saúde e o Caso da Objeção Fiscal Ética Seletiva. Cadernos Saúde Global Fiocruz, 2, 42-43. https://cadernossaudeglobalfiocruz.net/csgf/article/view/114