Resultados das eleições na América do Sul podem (re)definir o mapa político da região

Autores

  • Sebastián Tobar Autor
  • Sâmia de Brito Autor

Palavras-chave:

América Latina, cooperação Internacional, saúde

Resumo

Nas duas últimas semanas de 2026, a América Latina foi marcada por uma combinação de incerteza política, desaceleração econômica moderada e crescente competição geopolítica entre os Estados Unidos e a China na região.

A região continua em “ano eleitoral”. Nas últimas duas semanas, as eleições no Peru e na Colômbia se destacaram, e seus resultados podem redefinir o equilíbrio ideológico regional. No Peru, a disputa entre Keiko Fujimori e Roberto Sánchez revelou um cenário político altamente polarizado. A Colômbia também presenciou uma intensa corrida presidencial. Os Estados Unidos não parecem se manter neutros diante desses processos eleitorais em seu próprio “quintal” (pátio trasero em espanhol).

Persistem as tensões na América Latina entre governos com diferentes orientações ideológicas. Debates sobre segurança, migração, desigualdade e reformas econômicas continuam a alimentar a polarização política em vários de nossos países, com significativas manifestações populares de estudantes (Chile), da população contra o feminicídio (Argentina) e de movimentos trabalhistas (Bolívia).

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Publicado

12/06/2026 00:00

Edição

Seção

Territórios, multilateralismos regionais e grupos de países

Como Citar

Tobar, S., & de Brito, S. (2026). Resultados das eleições na América do Sul podem (re)definir o mapa político da região. Cadernos Fiocruz De Saúde Global E Diplomacia Da Saúde, 9, 197-210. https://cadernossaudeglobalfiocruz.net/csgf/article/view/386