Resultados das eleições na América do Sul podem (re)definir o mapa político da região
Palavras-chave:
América Latina, cooperação Internacional, saúdeResumo
Nas duas últimas semanas de 2026, a América Latina foi marcada por uma combinação de incerteza política, desaceleração econômica moderada e crescente competição geopolítica entre os Estados Unidos e a China na região.
A região continua em “ano eleitoral”. Nas últimas duas semanas, as eleições no Peru e na Colômbia se destacaram, e seus resultados podem redefinir o equilíbrio ideológico regional. No Peru, a disputa entre Keiko Fujimori e Roberto Sánchez revelou um cenário político altamente polarizado. A Colômbia também presenciou uma intensa corrida presidencial. Os Estados Unidos não parecem se manter neutros diante desses processos eleitorais em seu próprio “quintal” (pátio trasero em espanhol).
Persistem as tensões na América Latina entre governos com diferentes orientações ideológicas. Debates sobre segurança, migração, desigualdade e reformas econômicas continuam a alimentar a polarização política em vários de nossos países, com significativas manifestações populares de estudantes (Chile), da população contra o feminicídio (Argentina) e de movimentos trabalhistas (Bolívia).
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