Da Greve Geral na Bolívia à Palantir infiltrando o NHS
a crise civilizatória da austeridade
Palabras clave:
Economia feminista, dívida-austeridade, proibição de drogas, crise climática, Bolívia, FMIResumen
Neste informe, em nossa seção de Panorama Político-Econômico, analisamos a greve geral em curso na Bolívia contra o neoliberalismo extrativista, onde a resistência popular — camponeses, mineiros, setores indígenas — confronta a repressão estatal e o apoio estrangeiro ao presidente Paz. Nas Spring Meetings do FMI, o MENAFem expõe o silêncio violento da normalidade: as armadilhas dívida-austeridade funcionam como uma crise feminista, transferindo trabalho de cuidado não remunerado para as mulheres. Diante do Super El Niño, examinamos como a proibição das drogas impulsiona a destruição ambiental, empurrando a produção para fronteiras biodiversas e financiando a mineração ilegal. O Lancet Countdown 2026 revela o aumento da mortalidade por calor e a expansão da transmissão da dengue na Europa. Concluímos com uma proposta econômica feminista — cancelamento da dívida, justiça fiscal, sistemas públicos de cuidado, governança democrática — como central para desmantelar uma arquitetura global falida que prioriza credores em vez de vidas. Em nossa seção de Saúde, denunciamos a captura corporativa do NHS britânico pela Palantir, a misoginia dos Estados-Membros da OMS exposta na WHA79, e o estudo da Lancet que projeta até 22,6 milhões de mortes excessivas até 2030 devido a cortes na ajuda oficial ao desenvolvimento.
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