O poder progressivo dos dados e algoritmos e seu efeito na perda de vidas humanas devido a tensões geopolíticas, gastos militares e injustiça global
de consumidores passivos que contribuem para dinâmicas de desigualdade letal a comunidades soberanas, resilientes e gradualmente desvinculadas do nexo tóxico global
Palabras clave:
ONU, Inteligência Artificial, Desigualdade em Saúde, Poder Algorítmico, Geopolítica, Sistemas Financeiros, Determinantes Sociais da Saúde, BiocontroleResumen
A crescente integração de infraestruturas algorítmicas em sistemas de defesa e financeiros está transformando as dinâmicas de poder global. Plataformas como Palantir Technologies e Aladdin da BlackRock concentram capacidades de análise de dados, modelagem preditiva e tomada de decisão em escala planetária. Esse processo gera vantagens assimétricas que ampliam as desigualdades estruturais. O Sustainable Health Equity Movement (SHEM) estima que mais de 16 milhões de mortes anuais são atribuíveis a desigualdades injustas. Este artigo analisa como a expansão do poder algorítmico, combinada com a participação cotidiana da população na geração de dados e fluxos financeiros, contribui para a concentração de poder e a perda de vidas humanas. Estratégias de autonomia comunitária são propostas como mecanismos de mitigação, e futuros possíveis são considerados, incluindo cenários com “humanks” biônicos capazes de emissão e recepção de informações orientadas por dinâmicas de poder e controle.
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