Cúpula Ecológica Regional 2026, em Astana
Palavras-chave:
Cúpula Eco Regional 2026 , RES 2026, Cazaquistão, Ásia CentralResumo
A capital cazaque foi sede da Cúpula Eco Regional 2026 (RES2026) durante os dias 22 a 24 de abril e a questão da escassez de água na Ásia Central foi o grande destaque. Com o tema “Uma região, uma visão, um futuro”, a cúpula reuniu governos, organizações internacionais, bancos multilaterais de desenvolvimento (MDBs), comunidade científica, empresas, sociedade civil e jovens para lançar as bases para um futuro compartilhado e ambientalmente sustentável, funcionando como um exemplo de como a cooperação inter-regional pode fortalecer os esforços globais. No contexto diplomático, a cúpula também serviu como plataforma para o anúncio de investimentos por meio do Fundo Climático da Ásia Central e destacou o papel do Cazaquistão na diplomacia “multi-vetor”, unindo interesses de preservação ambiental com parcerias econômicas globais.
Entre os palestrantes, estavam representantes de alto nível do Quirguistão, Rússia, Uzbequistão, Tadjiquistão, Turcomenistão, Azerbaijão, Armênia, Mongólia, China, Georgia, Bielorrússia, Sérvia, Camboja, Eslováquia, Turquia, Croácia, Costa Rica, Itália, Japão, Alemanha – o Brasil estava entre os convidados. Além de representantes do ECOSOC, PNUMA, PNUD, OMS, OMM, OMI, ONU Mulheres, Organização islâmica, UNESCO, OECD, ACNUR, OCX, UNICEF, OIC, UNFPA, FAO, UNCCD, Banco Mundial, Banco islâmico de Desenvolvimento, Banco Asiático de d=Desenvolvimento, , Fundo de Investimento Turco, entre outros.
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