ASEAN sob nova direção
segurança e paz, prosperidade e empoderamento
Palavras-chave:
ASEAN, Filipinas, Guerra no Oriente Médio, Segurança e Paz, ResiliênciaResumo
A presidência rotativa da ASEAN em 2026 está com as Filipinas. E, ao que parece, Filipinas estão imprimindo a agilidade que esses tempos de esquentamento geopolítico e de várias guerras exigem. Para a ASEAN, resiliência não é mais uma aspiração, será o escudo principal. E é preciso agilidade. Segurança e paz, prosperidade e empoderamento são os motes da presidência filipina, no ideal e no papel. Para que saia do papel, a união desses 11 países diversos será fundamental. Terão que suplantar as divergências, rivalidades e animosidades entre países membros, como Camboja e Tailândia, que têm problemas/conflitos na fronteira, ou entre países parceiros, como Filipinas e China, que disputam áreas no Mar Meridional da China. Duas reuniões ministeriais já aconteceram e declarações foram emitidas, envolvendo questões preocupantes decorrentes da guerra no Oriente Médio, como energia e segurança alimentar. Também estão preocupados com as “investigações” americanas, subterfúgio para voltar a taxar países, inclusive aliados de peso. Sobre a guerra no Oriente Médio, o conflito já atingiu 14 países na região, mas os mais atingidos são o Irã e o Líbano, além de Gaza, claro. Desde 28 de fevereiro, já são centenas de mortes e milhares de feridos. OMS alerta que já é grande os impactos nos serviços de saúde e nas ajudas humanitárias. Já são milhares de deslocados. Bilhões gastos para matar pessoas, mulheres e crianças e insuflando ressentimentos. São inúteis as tentativas de bom senso contra a loucura.
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