Na Europa, a guerra na Ucrânia dá sinais de desgaste enquanto tensões globais e alertas sanitários crescem
Palabras clave:
União Europeia, guerra na Ucrânia, guerra no Oriente Médio, Hantavírus, Mudanças climáticasResumen
A guerra na Ucrânia dá sinais de cansaço pela primeira vez em quatro anos. Depois de duas tentativas de tréguas esta semana, tanto pela Rússia como pela Ucrânia, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou na sexta-feira que um cessar-fogo de três dias entre as duas partes entraria em vigor a partir de sábado. O cessar-fogo, no entanto, foi marcado por acusações de violações por ambas a partes. Apesar da continuidade de atividades de drones e do registro de vítimas civis em ambos os lados, não foram registrados ataques de grande envergadura.
O presidente russo, Vladimir Putin, propôs que o antigo chanceler alemão Gerhard Schröder atuasse como mediador europeu em futuras negociações, afirmando que o conflito estava "a caminhar para o fim". No entanto, a chefe da política externa da União Europeia (UE), Kaja Kallas, rejeitou essa possibilidade: "Primeiro, se dermos à Rússia o direito de nomear um negociador em nosso nome, isso não seria muito sensato. Em segundo lugar, penso que Gerhard Schröder tem sido efetivamente um lobista de alto nível para as empresas estatais russas", afirmou Kallas, acrescentando que a preferência de Putin por Schröder significaria que o antigo chanceler "estaria efetivamente sentado em ambos os lados da mesa". Schröder tem mantido laços estreitos com Putin desde que deixou o cargo e desempenhou funções em empresas estatais russas de energia, incluindo a Nord Stream AG e a Gazprom. A proposta de Putin também foi rejeitada pela Ucrânia e recebeu uma reação mista em toda a Europa.
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